domingo, 14 de outubro de 2012

Rio Paraguaçu dá empregos, cria paisagens e irriga culturas na Bahia

Da língua indígena “água grande”, o Paraguaçu, com aproximadamente 600 km de extensão, é o maior rio genuinamente baiano e responde pelo abastecimento de água de vários municípios. Muito procurado para pesca, possui grande variedade de peixes, especialmente o tucunaré, crumatá, traíra, acari e piau, além de mariscos e crustáceos. Da argila abundante em suas margens, nasce o belo artesanato de cerâmica. Povoado por lendas e mitos, o Paraguaçu habita o imaginário local. Dentre as crenças mais famosas, a da “Mãe d’Água”, espécie de Iemanjá munida do poder de encantamento das sereias; o “Nego d’Água” que, como o saci pererê, brinca de dar sustos a todos que encontra vagando pelas margens do rio; e a Sucuiuba, temida cobra sucuri que, pelo seu grande porte, acabou se transformando em um ser quase místico para a população ribeirinha. O Rio Paraguaçu separa as cidades históricas de Cachoeira e São Félix, unidas por uma antiga ponte de ferro, datada de 1859.

Relatório brasileiro destaca aumento da violência contra jornalistas


O relatório brasileiro sobre liberdade de imprensa apresentado neste domingo (14) na 68ª Assembleia   Geral da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP, na sigla em espanhol), destaca o aumento da violência contra jornalistas. A ex-presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) Judith Brito informou que no período de 26 de março a 7 de outubro deste ano, 28 casos foram reportados no país: dois assassinatos, 13 agressões, cinco ameaças e oito censuras judiciais.
Segundo Judith, a ANJ destaca no relatório “a recorrência de decisões judiciais proibindo previamente a divulgação de informações pelos meios de comunicação”, como no caso da “persistência, por quase 1200 dias, da censura imposta ao jornal ‘O Estado de São Paulo’ de mencionar qualquer informação relativa ao caso Boi Barrica, relacionado ao filho do ex-presidente da República e atual presidente do Senado, José Sarney”.
Outro caso “lamentado” pela jornalista foi o do repórter da ‘Folha de São Paulo’ André Caramante, que recebeu ameaças e teve que deixar o país após publicar uma matéria a respeito do então candidato à vereador de São Paulo e ex-chefe da Rota, Coronel Telhada.
O relatório informa ainda que os casos de agressão e de censura prévia costumam aumentar historicamente às vésperas de eleições. “A censura prévia por via judicial – uma afronta ao princípio maior da liberdade de expressão definido pela Constituição – aplicada em geral por magistrados de 1º grau, historicamente aumenta nos meses de campanha eleitoral, como também o número de agressões a jornalistas, especialmente às vésperas e no dia da votação”, afirma o texto.
‘Está muito perigoso’
O relatório brasileiro foi apresentado durante sessão da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação, na qual representantes dos países participantes relatam casos de ameaça à prática da profissão e à liberdade de expressão.
Foto: Judith Brito apresentou informe em evento da SIP, em São Paulo.
Texto destaca censura a jornais e ameaças a jornalistas do país.

Dia do Professor

Dia 15 é dia do professor. Todos nós passamos  pelas mãos de um mestre.
O médico passou por um  professor
O advogado também passou
O prefeito, o vereador, o deputado e até mesmo a presidente Dilma
passou por um professor.
O que comemorar? A vitória dos alunos!
O roceiro, o agricultor e a mamãe dona de casa
um dia teve um professor.
O salário só dá para um acarajé,
mais se  nele ter camarão
o professor não  pode pagar.
Um abraço, professor pode  ganhar
e vai ficar satisfeito, só por você o abraçar,
Mas professor é caminho, professor é luz
Professor é esperança!

Por Antônio Rocha
Professor e Historiador

Tapaiúna campeão 2012!


Cinquenta anos de história, o time de Tição, Nilo, Joãozinho, João Cardoso, João de Nô agora é campeão! São muitos os campeonatos, que o Tapaiúna participal, em muitos chega até a fase final, em outros forma até um grande time, mas chegou o momento e o time do capitão Ruella agora é campeão. Em 2012 coversaram até do Tapaiuna não participar, mais a torcida exigiu e o time foi pra campo e agora a equipe de Jerry e Gilson é campeão 2012. Com certeza, uma grande festa, acredito que o Tapaiúna agora pode pensar em chegar mais longe, assim também acredita seus torcedores. 


Aguarde! O Tapaiúna vai longe, esse é o grito de toda torcida .
Parabens aos jogadores que briozamente consguiram este título!




Por Antônio Rocha




http://rochanoticia.wordpress.com/2012/10/15/tapaiuna-campeao-2012/

Congresso faz sessão em memória de Ulysses Guimarães na segunda

O Congresso faz na segunda-feira (15) uma sessão solene de homenagem a Ulysses Guimarães, para marcar os 20 anos da morte do político, completados nesta sexta (12). Opositor da ditadura, protagonista da redemocratização e artífice da Constituição de 1988, “dr. Ulysses” desapareceu após a queda de um helicóptero no mar, no litoral de Angra dos Reis (RJ), em 12 de outubro de 1992. Tinha 76 anos na época do acidente.
Em nota divulgada nesta sexta, o presidente do Senado, José Sarney, manifestou “tristeza” pela data. “Símbolo” e “ícone da história contemporânea brasileira”, Ulysses “assegurou uma transição pacífica do autoritarismo para a democracia”, nas palavras de Sarney.
“Ainda hoje, vinte anos depois, Ulysses Guimarães não só é lembrado como faz uma imensa falta ao Brasil”, disse o ex-presidente. A sessão solene será realizada no Plenário do Senado, a partir das 17 horas.
Ativista da democracia
Nascido em um distrito de Rio Claro (SP) em 6 de outubro de 1916, Ulysses se formou em 1940 na Faculdade de Direito da USP. Nessa época, já militava no movimento estudantil, chegando à vice-presidência da União Nacional dos Estudantes (UNE).
Antes de entrar na política de Estado, foi professor, advogado, dirigente do Santos. O primeiro cargo público veio em 1947, quando se elegeu deputado estadual pelo antigo PSD para compor a Assembleia Constituinte de São Paulo. Em 1950, foi eleito para deputado federal, cargo para o qual se reelegeu onze vezes e que exerceu até a morte.
Fonte: G1

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Polícia prende acusados comprar drogas em Feira para vender em Santo Estevão


Polícia Civil
Foto: Polícia Civil
Dois homens foram presos na tarde da última quinta-feira (11), na BR-101, saída de Feira de Santana, após serem flagrados com 15 quilos de "crack" e 08 quilos de cocaína, no interior do veículo Fiat Siena, de placa JNY-9509.
 
Segundo o delegado Alexandre Narita, titular da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), Josemy Almeida Andrade, o "Mia" e Márcio dos Santos Pereira, estavam sendo monitorados por toda a manhã por equipes da DTE, que receberam a denúncia de que ambos iriam buscar drogas em Feira de Santana e levá-las para Santo Estevão, onde Mia atualmente reside.
 
 
Droga encontrada com os acusados
“Após pegarem a droga em uma casa no bairro Parque Getúlio Vargas, os acusados furaram  uma abordagem policial na saída da cidade e empreenderam fuga. Os policiais da DTE entraram em contato com o posto da PRF e os  policiais rodoviários fizeram uma barreira”, disse Narita, informando que Mia, estava de posse de uma pistola calibre .380 e que ele vinha sendo investigado desde a prisão, dois antes, de seu comparsa conhecido como Leno, que foi preso com três quilos de "crack" e três quilos de cocaína, em Feira de Santana.
 
Josemy  já tem duas passagens pela polícia pela prática de crime de tráfico de drogas. Os dois acusados foram autuados em flagrante na sede da DTE e encaminhados para o Presídio Regional de Feira de Santana.

Adolescente é assassinado com tiros na cabeça no bairro Campo Limpo


O adolescente de 17 anos, Jean Costa Alvesfoi baleado por volta das 15h30 desta sexta-feira (12), na rua Pitombeira, no bairro Campo Limpo, em Feira de Santana e morreu no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), momentos depois.

De acordo com o comandante da Guarda Civil Municipal, Marcos Vinícius, o jovem foi baleado na cabeça por um homem ainda não identificado e que estava a .

“Ele se aproximou do rapaz e atirou”, disse o comandante. Jean foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o HGCA.

O autor do homicídio fugiu e ainda não foi localizado.
 

Marcos Valério pode ter de pagar multa de R$ 5,5 milhões

O publicitário processou o PT para receber, acredite, o dinheiro dos empréstimos do mensalão. É uma farsa, claro. E pode custar ao operador do esquema uma multa de R$ 5,5 milhões.

FALTA DE SOLIDARIEDADE Marcos Valério e Delúbio Soares. Para defender a sigla no processo, os advogados do Partido dos Trabalhadores empurraram a culpa para Delúbio (Foto: Paulo Filgueiras/EM?D. A. Press e André Borges/Folhapress)

Em duas salas conjugadas, que ocupam cerca de 100 metros quadrados no 5º andar de um edifício comercial de Brasília, funciona o escritório Fernando Guarany & Mousinho Peritos Contábeis. Num escritório de contabilidade não falta papel, mas as salas do Guarany & Mousinho parecem um arquivo morto. Só falta o cheiro de mofo. Há duas décadas, Guarany, um sujeito alto e grisalho de 50 anos, especializou-se em assessoria contábil ao Judiciário. Credenciou-se como um dos principais auxiliares de juízes de Brasília, que precisam de seus cálculos antes de decretar sentenças. Guarany não revela quantos processos estão sob seu domínio.“É um número significativo”, diz, fazendo mistério. Sobre o principal deles, Guarany é discreto. Nele, terá de fazer contas,muitas contas. Sua calculadora e seu caderninho terão a responsabilidade de provar a existência do mensalão – e causar um prejuízo de R$ 5,5 milhões ao operador do esquema, o publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza.

Collor paga três funcionários particulares com dinheiro do contribuinte

O senador Fernando Collor (no alto) e o jardineiro Acemilton Gonçalves da Silva, entre as folhagens em frente à Casa da Dinda (acima). Contratado secretamente, Acemilton recebe do Senado para cuidar das plantas na casa de Collor (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo e Igo Estrela/ÉPOCA)
Acemilton Gonçalves da Silva não precisa bater ponto, mas é um trabalhador pontual. Todo dia, por volta das 8 da manhã, dá início a sua exaustiva jornada de trabalho. Acemilton é jardineiro, mas, se preciso, quebra uma como encanador e eletricista. Ele detém uma das funções mais delicadas da República: manter a boa aparência dos célebres e exuberantes jardins da Casa da Dinda, residência da família Collor de Mello desde a década de 1960 e atual morada do senador Fernando Collor (PTB-AL) em Brasília. São jardins inesquecíveis – especialmente para os contribuintes. Durante o curto período de Collor na Presidência da República, entre 1990 e 1992, os jardins da Dinda receberam cascatas e lagos artificiais. A obra foi calculada na ocasião em cerca de US$ 2,5 milhões. Dinheiro não era problema naquele tempo. Os recursos haviam sido fornecidos pelo ex-tesoureiro de campanha de Collor, Paulo César Farias, o PC, que os arrecadara com empresários que dependiam do governo. As fotos do local entraram para a história como um dos indícios de corrupção que, meses depois, derrubariam Collor.

Há dez dias, Acemilton, como de hábito, chegou à Dinda pontualmente às 8 horas e estacionou seu Golzinho num imóvel em frente à casa. Quando buzinou para que abrissem o portão, foi informado da presença de um fotógrafo de ÉPOCA nas imediações. Acemilton deu meia-volta, parou o carro longe da calçada e entrou às carreiras na Casa da Dinda. Vestia um macacão marrom e calçava botas. Meia hora depois, apareceu atrás de um arbusto, espiando o movimento na rua. Mineiro, de 47 anos, Acemilton é um homem simples. Tem consciência de que sua situação é irregular. Acemilton trabalha de macacão, mexe na terra com pás e usa tesouras de poda – mas, para o Senado, não é um jardineiro. É assistente parlamentar no gabinete do senador Collor, designado pela sigla burocrática AP08, com salário de R$ 2.200 mensais. Acemilton, portanto, é empregado doméstico de Collor. Mas quem paga seu salário é o Senado. Melhor dizendo, o contribuinte brasileiro lhe paga para cuidar dos jardins da Casa da Dinda. Questionado por telefone sobre sua situação, Acemilton balbuciou algumas palavras sem sentido. “Você não pode falar essas coisas do Acemilton sem a autorização do Acemilton”, disse... Acemilton.